OAB-GO recebe veículo para reforçar fiscalização do exercício ilegal da profissão e captação indevida de clientes

Luciano Cardoso e Marly Marçal ao lado do veículo recebido da Coordenação Nacional de Fiscalização da Atividade Profissional da Advocacia

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás recebeu veículo, da Coordenação Nacional de Fiscalização da Atividade Profissional da Advocacia, presidida pelo advogado Ary Raghiant Neto (MS), fiscalização ao exercício ilegal da profissão da marca Chevrolet, modelo Onix. O carro será utilizado no reforço do combate ao exercício ilegal da profissão, à publicidade irregular e à captação indevida de clientes por advogados do Estado.

O presidente da Comissão de Combate ao Exercício Ilegal e à Captação Indevida da OAB-GO, Luciano Cardoso, diz que o veículo será destinado às demandas de fiscalização do exercício profissional e defesa das prerrogativas, bem como suporte às atividades em conformidade com a agenda institucional. “Agradecemos imensamente toda diretoria do Conselho Federal pelo apoio dado a Seccional de Goiás, para que essa possa cumprir com sua missão de valorizar a advocacia e defender a sociedade”, comenta.

A vice-presidente da comissão e conselheira Seccional, Marly Marçal, por sua vez, diz que o recebimento deste automóvel garante a possibilidade de gerar, não só comodidade, mas também mais economia e celeridade para os profissionais que estão à frente das Comissões, representando os anseios da advocacia goiana.

Dados

A Comissão de Combate ao Exercício Ilegal e a Captação Indevida de Clientes nasceu em 2017. Em 2018 autuou 206 processos. Em 2019, foram 249, sendo 69% de publicidade irregular e 31% de captação indevida. Em 2020, até agosto foram 162 autuações, sendo 61% de publicidade irregular e 39% de captação indevida.

“Temos desde o final do ano de 2018 um Fiscal contratado pela OAB que atua em conjunto com os membros fiscalizando, autuando e orientando os advogados sobre as práticas não permitidas pelo Código de Ética da OAB”, explica o presidente da comissão. Com informações da OAB-GO