Rodolfo Otávio Mota, pré-candidato à presidência da OAB-GO, quer campanha propositiva com união da classe

Para Rodolfo, uma gestão é feita de pessoas com vocação e disposição para trabalhar para atender às demandas da classe

Marília Costa e Silva e Wanessa Rodrigues

Pré-candidato à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil  – Seção Goiás (OAB-GO), o advogado Rodolfo Otávio Mota já estrutura projeto para apresentar à advocacia goiana. A intenção, segundo diz, é construir uma campanha propositiva, tendo como um dos principais objetivos a união da classe. Além disso, quer levar a experiência e o trabalho desenvolvidos à frente Caixa de Assistência aos Advogados de Goiás (Casag), da qual é presidente há quase seis anos, para a seccional. Para, assim, transformar a OAB-GO em referência nacional.

Até a realização do lançamento oficial da candidatura, Rodolfo diz que o foco é continuar na gestão da Casag, com as entregas e enfrentamentos que a advocacia precisa. Contudo, sem deixar de lado a política. Até porque, conforme ressalta, é preciso construir um projeto sólido, que seja contemplativo e participativo, que abranja tanto a advocacia como a sociedade civil. Nesse sentido, o pré-candidato adiantou ao Rota Jurídica alguns pontos a serem abordados na campanha. As eleições na OAB-GO serão realizadas na segunda quinzena de novembro de 2021.

Inicialmente, Rodolfo observa que a advocacia goiana precisa de um gestor experimentado, alguém à frente do seu tempo e que seja vanguardista. Para, assim, fazer as entregas necessárias para a classe. Salienta que, para se chegar a esse objetivo, é necessário união dos advogados e um projeto de coesão. Ele descarta qualquer tipo de racha com o grupo da atual gestão. Além dele, já se lançaram como pré-candidatos o colega Rafael Lara Martins e Valentina Jungmann.

Isso porque, conforme salienta, uma gestão é feita de pessoas com vocação e disposição para trabalhar para atender às demandas da classe. “Ninguém tem etiqueta ou sigla partidária que deve seguir cegamente. Os projetos da advocacia são e devem ser maiores do que qualquer outro nome. São os predicados de cada um que os habilitam para participar do processo”, diz.

Tendo em vista essas características, Rodolfo ressalta que está habilitado à concorrer ao cargo, principalmente por ter perfil de gestor e executivo. Além disso, esclarece que colocou seu nome à disposição não só pelo sonho de chegar à presidência da Ordem, mas também por atender um chamamento de seus pares. Isso justamente no sentido de realizar o mesmo trabalho que está sendo desenvolvido na Casag.

Segundo Rodolfo, durante sua gestão, a Casag se transformou realmente na casa de todos os advogados do Estado. Representando, assim, não só os que estão na capital, mas também os profissionais do interior. Ele disse que a Caixa de Assistência se transformou em um exemplo nacional. E essa experiência o pré-candidato que levar para a OAB-GO.

Trabalhar com união

Para transformar a OAB-GO em referência, Mota afirma que a intenção é trabalhar com união. Atender demandas do interior, da advocacia jovem e das mulheres, por exemplo. Nesse sentido, o objetivo é fazer uma campanha com paridade e desenvolver um projeto para uma Ordem cada vez mais representativa e plural.

Rodolfo pondera que é preciso enfrentar pautas como a inserção da advocacia jovem, a questão do provimento de cargos no interior e taxas judiciárias, que são medidas urgentes para que o advogado consiga manter a sua própria subsistência. “E ainda seguir com os avanços da Caixa de Assistência e trazer outros tantos para a Ordem, para que a gente consiga cuidar da advocacia, do exercício profissional e da sociedade civil”, pontua.