segunda, 21 de janeiro de 2019 62 9 9904-5026
Publicação

Em entrevista à Revista da Procuradoria, presidente do TRT diz que deve ser rígido o controle das OSs

Desembargador Aldon

Desembargador Aldon Taglialegna

A secretária de Educação, Cultura e Esporte, Raquel Teixeira, anunciou nesta terça-feira (18/10) a Organização Social (OS) que vai assumir a gestão compartilhada de 23 escolas ligadas à Subsecretaria de Anápolis. A Gestão Transparência e Resgate Social (GTR) foi a candidata que mais pontuou na fase de análise das propostas, com 70,1 pontos. O próximo passo é aguardar o período que as demais candidatas têm para solicitar recurso.

Em entrevista à Revista da Procuradoria, o presidente do Tribunal Regional do Trabalho de Goiás (TRT-GO), Aldon Taglalegna, fala sobre as OSs. Segundo disse à procuradora da Assembleia Legislativa de Goiás Ruth Barros Pettersen da Costa, o maior desafio a ser superado com relação às Organizações Sociais é a forma de sua implantação, devendo ser mantido um controle rígido para que seja eficiente, sem precarizar o serviço e de forma  a evitar burla à realização de  concursos públicos e aos procedimentos licitatórios do setor público.

A procuradora Ruth Pettersen

A procuradora Ruth Pettersen

O presidente do TRT também ressaltou na entrevista – publicada na segunda edição da Revista da Procuradoria, que pode ser lida aqui – a experiência bem-sucedida  dos  colégios  administrados  pela  Polícia Militar, que estão obtendo bons resultados em  exames  nacionais  (provinha  Brasil  e  Enem), bem  como  estão  melhorando  os  indicadores do  Estado  de  Goiás,  principalmente  no  Índice  de Desenvolvimento  da  Educação  Básica  (Ideb).

“É digna  de  nota, ainda, a experiência da bolsa universitária e das escolas conveniadas no Estado, notadamente escolas religiosas,  como exemplo o  Colégio Nossa Srª. Mãe de Deus, de Catalão. Nesse  sistema, o Estado  arca com  bolsas de estudos para alunos de baixa renda, o que, de certa forma, é o modelo precursor da administração por Organizações Sociais”, frisou Taglialegna.

Na entrevista à Revista da Procuradoria, Taglilegna fala ainda sobre a crise financeira enfrentada pela Justiça do Trabalho e sobre quais medidas estão sendo adotas para contornar os problemas.  Ele tambem fala sobre processo eletrônico, terceirização  experiências exitosas da Justiça em Goiás.

Comentários



Receba nosso informativo

Cadastre-se em nossa newsletter e fique por dentro das novidades do portal Rota Jurídica