O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal de Goiás (Sinjufego) protocolou requerimento questionando a portaria 599/2014, que institui a frequência eletrônica no TRT-GO. No entendimento do sindicato, o conteúdo do ato desrespeita os direitos trabalhistas dos servidores, como o percebimento de horas-extras (que deverão ser lançadas em banco de horas), quando o correto, argumenta, seria o pagamento do serviço extraordinário em dinheiro.
Outro problema alegado pelo sindicato é que haverá servidores que não baterão ponto, como diretores e assessores de juízes e desembargadores, criando segmentos diferenciados entre servidores que pertencem a uma mesma carreira. Para o sindicato, a portaria pode criar desmotivação e discriminação dentro da Justiça do Trabalho em Goiás.































