O atendimento ao público nas 1ª,2ª,3ª,5ª e 6ª Varas de Família e Sucessões de Goiânia foi suspenso na última sexta-feira (25) e só deve ser retomado na quarta-feira (30). Laudo técnico apresentado pela Coordenadoria de Obras do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) mostra inviável o funcionamento das varas nesse período, ante as infiltrações apresentadas em várias andares. Em virtude das últimas chuvas, o gesso de várias salas desabou sobre computadores e móveis. Em virtude disso, o Sindicato dos Servidores e Serventuários da Justiça do Estado de Goiás (SindJustiça) enviou ao diretor do foro da comarca de Goiânia, juiz Átila Naves do Amaral, requerimento com pedido de providências, em caráter de urgência, para resguardar a integridade física e a segurança dos profissionais lotados na unidade judiciária.
Conforme relatado pelo SINDJUSTIÇA, a instalação cedeu em virtude da chuva que atingiu a capital desde a semana passada. Diversas placas de gesso caíram sobre computadores, impressoras e mesas de trabalho. Os equipamentos foram danificados e as salas onde funcionam várias escrivanias ficaram alagadas. O sindicato verificou também que, até o incidente, o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) realizava obras de reforma naquele espaço sem a devida interdição do andar. De acordo com o presidente do SINDJUSTIÇA, Fábio Queiroz, os servidores do Fórum Criminal estão receosos em trabalhar no local.
A preocupação do SINDJUSTIÇA com a integridade física e a segurança dos servidores do Judiciário se estende, ainda, aos trabalhadores lotados nas comarcas do interior. O portal do SINDJUSTIÇA traz diversas reportagens sobre a situação de precariedade da infraestrutura e insegurança nos prédios do TJGO espalhados pelo Estado.
Alerta
Fábio Queiroz lembra que o SINDJUSTIÇA alertou ao TJGO, recentemente, sobre a possibilidade de um incidente dessa natureza no Fórum Criminal. Para tanto, o sindicato requisitou intervenção na estrutura física daquele prédio. Segundo o presidente do SINDJUSTIÇA, a administração do TJGO manifestou, à época, que a responsabilidade pelos reparos era da empresa vencedora da licitação e que essa companhia se encontra em processo judicial.
Apesar disso, foram efetuadas reformas que não garantiram por completo a segurança dos servidores e usuários da Justiça.
“Em encontros passados, nós cobramos por várias vezes esta questão à direção do TJGO e nos disseram que iriam providenciar as reformas. Mas, infelizmente, foi necessário um alerta. Graças a Deus não houve feridos nesse incidente. Esperamos que ninguém se machuque e que o Tribunal tome medidas severas para com a empresa que construiu o fórum. Essa construtora simplesmente está deixando o tempo passar para se livrar das responsabilidades quanto à garantia”, declara Fábio Queiroz. Fonte: Com informações do SindJustiça
































