OAB-GO deve abrir processo disciplinar contra advogadas presas com notas falsas neste fim de semana

A Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás deve abrir um processo ético contra as duas advogadas presas na noite de sexta-feira (2) com notas falsas. Lys Hemmi Alcântara, de 27 anos, e Amanda Carolina Alves e Silva Henrique, de 34 anos, foram detidas pela Polícia Militar e levadas para a Polícia Federal, onde passaram a noite. Elas foram soltas por volta do meio-dia de ontem por força de alvará de soltura do juiz plantonista Clauber Costa Abreu. As informações são do jornal O Popular.

De acordo com a assessoria de imprensa da PM, uma das advogadas – não há informações sobre qual – teria tentado comprar um aparelho celular em uma loja do centro da capital com notas falsas. O vendedor desconfiou das cédulas e chamou a policia, todavia a advogada não aguardou a chegada da PM. O vendedor seguiu a advogada e levou os policiais onde ela se encontrava, em uma agencia da Caixa Econômica Federal. Lá, os policiais constataram que as notas eram de fato falsas.

Outras cédulas falsas foram encontradas no escritório das advogadas, no Setor Sul. A polícia esteve também na casa da outra advogada, onde também foi encontrado outro lote de notas falsas. No total, foram aprendidas R$ 6.005 em cédulas falsas. Já passava das 23 horas quando as duas advogadas foram encaminhadas para a Polícia Federal, responsável por investigar crime de moeda falsa no país.

Amanda Alves integra a Comissão de Direitos Humanos da OAB e Lys Alcântara, apesar de não fazer parte da comissão, também divulga em sua conta no Facebook que compõe o grupo. A assessoria de imprensa da entidade afirma ainda que a Comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem foi acionada pelas duas advogadas e que acompanhou todo o procedimento para garantir os direitos delas. A assessoria informou que vai abrir processo ético contra Amanda e Lyz.