Um mês após implantar o monitoramento eletrônico no sistema prisional, Goiás registrou quatro violações entre as 400 tornozeleiras eletrônicas que foram colocadas em presos do regime aberto e semiaberto. Dois custodiados já foram recapturados. Segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária e Justiça (Sapejus), a quantidade, que corresponde a 1% do total de equipamentos em uso, é considerada mínima e está acima da média nacional, que é de 10% de violações, comparando o mesmo espaço de tempo o mesmo número de custodiados.

































