
A juíza Priscila Lopes Silveira tomou posse, nessa quarta-feira (6), como auxiliar da Corregedoria do Foro Extrajudicial de Goiás (Cogex). A magistrada foi empossada pelo corregedor do Foro Extrajudicial, desembargador Anderson Máximo de Holanda, em cerimônia realizada no gabinete da Corregedoria. Ela substitui a juíza Soraya Fagury.
Durante a posse, Anderson Máximo destacou que a chegada da magistrada reforça o processo de reestruturação e fortalecimento das atividades da Cogex. Segundo ele, Priscila Lopes possui ampla experiência no Judiciário e contribuirá com as pautas registrais, notariais e sociais desenvolvidas pela Corregedoria.
“A juíza Priscila Lopes vem para somar ao trabalho realizado na Corregedoria do Foro Extrajudicial. Ela é uma magistrada extremamente experiente, com uma vivência muito grande no Poder Judiciário e, sem sombra de dúvidas, vem qualificar, fortalecer e nos ajudar a cumprir inúmeras missões nas pautas registrais e notariais, juntamente com os cartórios e também na pauta social”, afirmou o corregedor.
O corregedor-geral da Justiça de Goiás, desembargador Marcus da Costa Ferreira, também participou da solenidade e ressaltou o trabalho desenvolvido pelo Foro Extrajudicial goiano. Segundo ele, a nova auxiliar contribuirá para o avanço das atividades da Cogex.
“A Cogex tem sido exemplo para o país, tendo realizado um trabalho brilhante. A vinda da magistrada Priscila Lopes, que é sangue novo, é experiente e já demonstrou seu trabalho como diretora do Foro da comarca de Trindade e também como juíza das garantias de Anápolis. Certamente vai crescer com brilhantismo a atividade do Foro Extrajudicial”, disse.
Ao tomar posse, Priscila Lopes afirmou que pretende atuar para fortalecer o atendimento aos usuários dos serviços extrajudiciais e contribuir com pautas relacionadas à regularização fundiária, fiscalização cartorária e inclusão social.
“Estou aqui para desempenhar tudo que for necessário para melhor corresponder à expectativa do nosso usuário, do nosso jurisdicionado. No extrajudicial, vamos lidar com muitas demandas relacionadas à questão fundiária, ao reurb social, aos cartórios, à fiscalização dos interinos e pautas também sociais e inclusivas relacionadas aos direitos das mulheres e das pessoas com deficiência”, declarou a magistrada.

































