Sintego vai ao Ministério Público para pagamento dos temporários

O Sintego irá protocolar uma representação no Ministério Público do Estado de Goiás para que o órgão promova ação coletiva contra o Governo de Goiás obrigando o pagamento dos contratos temporários da Secretaria de Estado da Educação.

Trabalhadores com este vínculo na rede estadual de ensino estão com salário de vários meses atrasado, segundo denúncias que chegam ao Sintego pelos próprios servidores, professores e funcionários das escolas, que aguardam, sem previsão de pagamento. E, segundo informações da própria Seduc, por orientação da Secretaria da Fazenda.

Temporários
Nos últimos doze meses, a rede estadual de Educação ganhou mais 8.176 servidores, que chegaram via contratos temporários de 12 meses, ao custo de R$ 90.654.564,56 (noventa milhões, seiscentos e cinquenta e quatro mil, quinhentos e sessenta e quatro reais e cinquenta e seis centavos), oriundos do Fundeb e do tesouro estadual.

No final do ano passado, o Ministério Público Estadual acionou o Governo de Goiás para que realize concurso público na secretaria estadual de Educação Na ação civil pública, o MPE pediu a contratação de 9.155 professores.