O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) passa a contar com três magistrados na equipe da Corregedoria Nacional de Justiça para o biênio 2026–2028. Foram designados o desembargador Anderson Máximo de Holanda e os juízes Eduardo Tavares dos Reis e Francisco Gonçalves Sabóia Neto.
Anderson Máximo tomou posse na última quarta-feira (26) como juiz auxiliar do corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O ministro assumiu a Corregedoria Nacional na terça-feira (25), em solenidade realizada no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília.
Antes da nova função, Anderson Máximo atuava como corregedor do Foro Extrajudicial de Goiás. Ele participou da estruturação da Corregedoria do Foro Extrajudicial (Cogex), instalada em fevereiro de 2025, unidade responsável por iniciativas relacionadas, entre outros temas, à regularização fundiária, aos serviços cartorários e ao enfrentamento da violência patrimonial contra a mulher.
Ao comentar a nomeação, o desembargador afirmou que assume a função com responsabilidade e destacou a experiência adquirida no TJGO.
“Quero resumir este momento da minha posse como juiz auxiliar da Corregedoria Nacional com uma palavra: gratidão. Agradecer todos os meus juízes e juízas auxiliares, toda a equipe que trabalhou na Cogex de maneira diuturna para que nós pudéssemos entregar tantas pautas positivas para os usuários e cidadãos de Goiás”, disse.
Anderson Máximo também afirmou que pretende levar para a atuação nacional a experiência na área extrajudicial. “Para mim, um goiano, estar integrando esta equipe do ministro Benedito é motivo de muita responsabilidade e, sem sombra de dúvidas, faz com que nós possamos trabalhar ainda mais em prol da pauta do extrajudicial no Brasil.”
Experiência do TJGO
Para o juiz Eduardo Tavares dos Reis, a designação dos três magistrados representa reconhecimento ao trabalho desenvolvido no Judiciário goiano.
“É o reconhecimento da alta qualificação do tribunal na ponta e que então reverteu nessa convocação, minha, do desembargador Anderson e do juiz Francisco Saboia, para auxiliar os trabalhos do ministro e levar a expertise, o bom trabalho que Goiás desenvolveu para a experiência nacional e somar com a experiência do ministro Benedito Gonçalves”, afirmou.
Já o juiz Francisco Gonçalves Sabóia Neto disse que a atuação na Corregedoria Nacional permitirá utilizar, no CNJ, conhecimentos adquiridos durante o exercício da magistratura em Goiás.
“É com essa experiência, com todos os conhecimentos, tudo aquilo que a gente adquiriu durante esse tempo no Estado que a gente vem servir aqui no Conselho Nacional de Justiça, sempre procurando melhorar a prestação jurisdicional, tendo o cidadão, não apenas o cidadão do Estado de Goiás, mas todos os cidadãos brasileiros, como o destinatário do nosso trabalho”, declarou.





























