O desembargador Anderson Máximo de Holanda, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), voltou a integrar a Comissão Nacional de Soluções Fundiárias do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A designação consta da Portaria Presidência nº 453, de 22 de setembro de 2026, assinada pelo presidente do CNJ, ministro Edson Fachin.
Com a alteração da Portaria nº 205/2023, Anderson Máximo passa a compor novamente a comissão na condição de juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça. O colegiado atua na formulação e no acompanhamento de medidas relacionadas a conflitos fundiários no âmbito do Judiciário.
A nova atribuição ocorre pouco depois de o desembargador deixar a Corregedoria do Foro Extrajudicial de Goiás (Cogex) para integrar a equipe do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves, que assumiu a Corregedoria Nacional de Justiça para o biênio 2026-2028. Anderson Máximo passou a atuar como juiz auxiliar do corregedor nacional ao lado dos juízes Eduardo Tavares dos Reis e Francisco Gonçalves Saboia Neto, também do Judiciário goiano.
Atuação no extrajudicial
Antes de assumir as funções no CNJ, Anderson Máximo foi o primeiro corregedor do Foro Extrajudicial de Goiás. A Cogex foi instalada no TJGO em 3 de fevereiro de 2025, quando ele tomou posse no cargo. A unidade foi criada para atuar de forma específica sobre os serviços extrajudiciais no Estado.
Durante o período à frente da Corregedoria do Foro Extrajudicial, foram desenvolvidas iniciativas em áreas como regularização fundiária, atendimento aos usuários de cartórios e ampliação do acesso a direitos pelos serviços extrajudiciais.
Anderson Máximo também já mantinha atuação ligada à área fundiária. Em fevereiro de 2025, assumiu a vice-presidência do Fórum Fundiário Nacional das Corregedorias Gerais da Justiça e integrava a Comissão Nacional de Soluções Fundiárias, além de presidir a Comissão de Soluções Fundiárias do TJGO.
Comissão Nacional
A Comissão Nacional de Soluções Fundiárias foi instituída pelo CNJ por meio da Portaria nº 205/2023. Com a Portaria nº 453/2026, publicada no Diário da Justiça Eletrônico Nacional desta quinta-feira (24), o nome de Anderson Máximo passou a constar novamente da composição do colegiado, agora vinculado à função exercida na Corregedoria Nacional de Justiça.






























