Dionathan Pereira Teles de Moura, acusado de matar Eduardo Matos em 5 de junho de 2011, no Autódromo Internacional de Goiânia, irá a júri popular. Ele poderá aguardar o julgamento em liberdade, já que não teve prisão preventiva decretada. A decisão é do juiz Jesseir Coelho de Alcantara (foto), da 1ª Vara Criminal de Goiânia.
Segundo consta dos autos, o crime teria ocorrido após desentendimento entre os dois, em um evento de corrida de caminhões e a vítima foi morta por meio de arma de fogo.
A defesa do acusado alegou que não existem provas suficientes da materialidade do crime e de fatos que comprovem que Dionathan seria o responsável pelo tiro que matou Eduardo. Além disso, sustentou que a arma de fogo, de onde partiu a bala que matou a vítima, não foi encontrada pelas autoridades policiais e, ainda, que não foi realizado exame residográfico em Dionathan, para verificar se nas mãos e no corpo dele haviam resíduos de pólvora. Ainda segundo a defesa, algumas testemunhas comprovaram que o acusado não estava armado no dia e hora do crime.
Contudo, de acordo com o juiz, a materialidade delitiva está devidamente comprovada pelo laudo de exame cadavérico e existem fortes indícios da autoria acusado. Segundo o juiz, sua decisão é embasada também em depoimentos testemunhais.

































