Conselho Federal aprova contas da OAB de Goiás referentes ao exercício de 2017

A 3ª Câmara do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) aprovou, por unanimidade, as contas de 2017 da Seccional Goiana. A conselheira-relatora, Cláudia Alves Lopes Bernardino (OAB-AM), votou pela aprovação após analisar o comparativo orçado entre a receita e a despesa do exercício e as análises realizadas por auditoria externa e pelo Conselho Federal.

A relatora destacou o resultado econômico superavitário apresentado em 2017 e emitiu “voto de apreciação ao excelente trabalho realizado pela Diretoria da Seccional OAB/Goiás, na recuperação econômica e financeira”. O superávit orçamentário, ressalta a conselheira-relatora, foi resultado da “excelente gestão financeira adotada pela Diretoria da Seccional goiana” e da “visão positiva da Diretoria do Conselho Federal e da Casag, na aprovação dos auxílios financeiros para quitação das obrigações decorrentes de cotas estatutárias”.

O presidente da OAB-GO Lúcio Flávio de Paiva ressalta que a aprovação com louvor das contas de 2017, igualmente ao que ocorreu com os balancetes de 2016, reflete o compromisso da gestão com a boa governança. “Aliar responsabilidade fiscal com investimentos justos e necessários sempre foram a tônica da nossa estratégia de trabalho”. “Esta gestão demonstra que está no caminho certo e correspondendo aos anseios da advocacia”, completa o vice-presidente Thales Jayme.

Responsabilidade

De acordo com o diretor-tesoureiro Roberto Serra da Silva Maia, a aprovação, com louvor, das contas de 2017, reafirma o sucesso dessa gestão. “Desde o início, a Diretoria e o Conselho Seccional vêm se empenhando pela responsabilidade administrativa. A decisão do Conselho Federal, órgão máximo de fiscalização do sistema OAB, orgulha não apenas a seccional goiana por este empenho, como também demonstra a todas outras seccionais do país o exemplo de uma administração séria, equilibrada e eficiente”.

O secretário-geral Jacó Coelho evidencia que as ações tomadas para mudar o cenário fiscal foram necessárias e ocorreram simultaneamente aos investimentos. “Demos continuidade ao trabalho tendo como meta constante o equilíbrio econômico-financeiro da entidade e a destinação equânime de melhorias na estrutura da Ordem.” A secretária-geral adjunta Delzira Menezes reforça a missão defendida pela gestão. “Temos um compromisso com a ética, o trabalho, a transparência, a economicidade e a racionalidade dos gastos”. Fonte: OAB-GO