quarta, 22 de fevereiro de 2017 62 9 9904-5026
Agilidade

Serviço de telecobrança da Sefaz de Goiás atende mais de 3 mil por mês

Em funcionamento desde setembro do ano passado, o serviço de telecobrança de créditos do ICMS, ITCD e IPVA, inscritos ou não em dívida ativa, atende mais de 3 mil contribuintes por mês. Uma média de 130 acessos por dia.

Implementado pela Gerência de Recuperação de Crédito (Gerc), da Secretaria da Fazenda, o serviço tem se mostrado positivo na redução da inadimplência nos processos administrativos tributários, conforme observa o coordenador Willy Ramos.

Especialmente treinados para trabalhar com telecobrança, 18 funcionários, além de dois supervisores trabalham em dois turnos, prestam atendimento ao contribuinte que busca informações sobre emissão de boletos para pagamento de débitos, se está inscrito em dívida ativa, se foi negativado na Serasa ou ainda para dirimir dúvidas a respeito de parcelamento de débito tributário.

“Hoje o sistema se tornou mais conhecido do contribuinte, o que facilita o contato”, esclarece Ramos, acrescentando que o serviço de telecobrança da Sefaz não tem o objetivo de coagir o contribuinte, mas o de encontrar uma solução negociada para a recuperação do crédito tributário.

Mutirão Fiscal
O coordenador Willy Ramos destaca que com o aumento da quantidade de negociações durante o Mutirão de Negociação Fiscal, em dezembro passado, contribuiu para alavancar os resultados do serviço de telecobrança superando as expectativas em termos de negociação dos débitos tributários. A meta para este ano é preparar o call center para um fluxo maior em ligações, com vistas à redução da inadimplência fiscal junto estadual.

De acordo com o coordenador do serviço de telecobrança da Sefaz, Willy Ramos, uma maior efetividade no contato anterior à inscrição em dívida ativa é positiva para o contribuinte que evita gastos e também para a o Estado que ganha em agilidade na recuperação dos créditos.

Para Ramos uma maior efetividade no contato anterior com o contribuinte, antes do débito ser inscrito em dívida ativa, evita gastos e demora na recuperação dos créditos tributários”, assinala o coordenador.


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